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Este site tem como objetivo dar a conhecer os vários tipos de cancro existentes e os seus sintomas, tratamentos entre outros.

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Cancro do Ovário

 

Fatores de Risco

Antecedentes familiares de cancro: As mulheres cuja mãe, filha(s) ou irmã(s) têm ou tiveram cancro do ovário apresentam um risco acrescido de desenvolver a doença.

Antecedentes pessoais de cancro: As mulheres que já tiveram cancro da mama, útero, cólon ou reto apresentam um risco acrescido de vir a desenvolver cancro do ovário.

Idade superior a 55 anos: A maioria das mulheres diagnosticadas com cancro do ovário tem mais de 55 anos.

Nunca ter engravidado: As mulheres com idade avançada e que nunca tenham engravidado, apresentam um risco acrescido de desenvolver cancro do ovário.

Terapêutica hormonal na menopausa: As mulheres que fazem terapêutica hormonal apenas com estrogénio (sem progesterona), durante 10 ou mais anos, podem apresentar um risco acrescido de desenvolver cancro do ovário.

 

Sintomas

- Pressão ou dor no abdómen, pélvis, costas ou pernas.

- Abdómen inchado

- Náuseas, indigestão,gases, obstipação ou diarreia.

- Sensação constante de grande cansaço.

 

Alguns sintomas menos frequentes

- Falta de ar.

- Vontade constante de urinar.

- Hemorregias vaginais invulgares.

 

Tratamentos

Tratamento local: A cirurgia e a radioterapia são tratamentos locais, que removem ou destroem o cancro do ovário na pélvis.

Quimioterapia intraperitoneal: A quimioterapia pode ser administrada diretamente no abdómen e na pélvis através de um tubo fino.

Quimioterapia sistémica: Este tratamento é designado por sistémico, uma vez que os fármacos entram na corrente sanguínea e podem afetar todas as células.

 

Cirurgia

Durante a cirurgia é efetuado um corte longo na parede do abdómen. Este tipo de cirurgia é designado por laparotomia. Se for identificado um cancro do ovário, o cirurgião remove:

  • Os dois ovários e as trompas de Falópio (salpingo-ooforectomia);
  • O útero (histerectomia);
  • O omento (a camada fina de tecido adiposo que cobre os intestinos);
  • Os gânglios linfáticos adjacentes;
  • Amostra de tecido da pélvis e abdómen para análise.

Se o cancro se tiver disseminado, é removido o máximo possível do tumor; a este procedimento dá-se o nome de cirurgia “citoredutora”.

 

Quimioterapia

A quimioterapia utiliza fármacos para matar as células cancerígenas. Após a cirurgia, a maioria das mulheres é submetida a quimioterapia para o cancro do ovário; algumas são submetidas a quimioterapia antes da cirurgia.

Modo de administração

  • Pela veia através de um tubo estreito inserido numa veia.
  • Pela veia através de um tubo estreito inserido no abdómen.
  • Administrados por via oral (pela boca).

A quimioterapia é administrada em ciclos de tratamento; a cada período de tratamento segue-se um período de repouso.

 

Radioterapia

A radioterapia, utiliza raios altamente energéticos para matar células cancerígenas. Esta radiação é emitida por um aparelho de grande dimensão.

A radioterapia raramente é utilizada no tratamento inicial do cancro do ovário, embora se possa usar para aliviar a dor e outros problemas causados pela doença.