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Este site tem como objetivo dar a conhecer os vários tipos de cancro existentes e os seus sintomas, tratamentos entre outros.

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Cancro da Mama

Fatores de Risco

Idade: A possibilidade de ter cancro da mama aumenta com o passar dos anos. O cancro da mama é menos comum antes da menopausa.

História pessoal de cancro da mama: Uma mulher que já tenha tido cancro da mama numa das mamas, tem maior risco de ter esta doença na outra mama.

História familiar: O risco de uma mulher ter cancro da mama está aumentado se houver história familiar de cancro da mama, ou seja, se a sua mãe, tia ou irmã tiveram cancro da mama ou outros familiares do lado materno ou paterno da família.

Algumas alterações da mama: Algumas mulheres, apresentam células mamárias que são anormais, quando vistas ao microscópio, aumentando o risco de cancro da mama.

Alterações genéticas: Alterações em certos genes aumentam o risco de cancro da mama; em famílias onde muitas mulheres tiveram a doença, os testes genéticos podem, demonstrar a presença de alterações genéticas específicas.

Primeira gravidez depois dos 31 anos

História menstrual longa: Mulheres que tiveram a primeira menstruação em idade precoce (antes dos 12 anos), tiveram uma menopausa tardia (após os 55 anos) ou que nunca tiveram filhos, apresentam um risco aumentado.

Terapêutica hormonal de substituição: Mulheres que tomam terapêutica hormonal para a menopausa, durante 5 ou mais anos após a menopausa podem, apresentar maior possibilidade de desenvolver cancro da mama.

Raça:O cancro da mama ocorre com maior frequência em mulheres caucasianas, comparativamente a mulheres Latinas, Asiáticas ou Afro-Americanas.

Radioterapia no peito: Mulheres que tenham feito radioterapia ao peito, incluindo as mamas, antes dos 30 anos, apresentam um risco aumentado para cancro da mama.

Densidade da mama: Mulheres mais velhas que apresentam, essencialmente, tecido denso (não gordo) numa mamografia (raio-X da mama), têm risco aumentado para cancro da mama.

Obesidade após a menopausa: As mulheres que são obesas, após a menopausa, apresentam um risco aumentado de desenvolver cancro da mama devido a uma proporção anormalmente elevada de gordura corporal; tendo em conta que o corpo produz alguns estrogénios no tecido gordo.

Inactividade física: Mulheres que são fisicamente inactivas, durante a sua vida, tem um maior risco de cancro da mama, estar fisicamente activa pode ajudar a diminuir este risco, através da prevenção do aumento de peso e da obesidade.

Bebidas alcoólicas: A maior ingestão de bebidas alcoólicas aumenta o risco de ter cancro da mama.

 

Sintomas

- Qualquer alteração na mama ou no mamilo, quer no aspecto quer na palpação;

- Qualquer nódulo ou espessamento na mama, perto da mama ou na zona da axila;

- Sensibilidade no mamilo;

- Alteração do tamanho ou forma da mama;

- Retracção do mamilo (mamilo virado para dentro da mama);

- Pele da mama, aréola ou mamilo com aspecto escamoso, vermelho ou inchado;

- Secreção ou perda de líquido pelo mamilo

 

Tipos de Tratamento

 

Tratamento local - A cirurgia e a radioterapia são tratamentos locais: removem as células do cancro na mama. Se o cancro da mama tiver metastizado para outras partes do corpo, a terapêutica local pode ser usada apenas para controlar a doença, nessa área específica.

Tratamento sistémico - A quimioterapia, a terapêutica hormonal e as terapêuticas dirigidas,são tratamentos "entram" na corrente sanguínea e "destroem" ou controlam o cancro, em todo o corpo. Os tratamentos sistémicos também são usados no cancro metastizado.

 

Cirurgia conservadora - Nesta cirurgia, é removido o cancro, e não a mama toda, 
muitas vezes o cirurgião remove, também, os gânglios linfáticos axilares, para ver se as células cancerígenas entraram já no sistema linfático.

Mastectomia - Nesta cirurgia, é removida toda a mama. Na maioria dos casos, o cirurgião remove, também, os gânglios linfáticos axilares.

 

Radioterapia

A radioterapia, consiste na utilização de raios altamente energéticos para matar as células cancerígenas. Faz-se, geralmente, depois de uma cirurgia conservadora da mama.
 
Algumas mulheres fazem radioterapia antes da cirurgia, para destruir células cancerígenas e diminuir o tamanho do tumor, ou seja, em contexto "neo-adjuvante".
 
Para tratar o cancro da mama, os médicos usam dois tipos de radioterapia:
  • Radiação externa provém de uma máquina. Geralmente, os tratamentos são realizados durante 5 dias por semana, durante várias semanas.
  • Radiação interna provém de material radioactivo contido em finos tubos de plástico, colocados directamente na mama. Os implantes permanecem no local, ou seja, na mama, durante vários dias.

 

 

Quimioterapia

A quimioterapia consiste na utilização de fármacos para matar as células cancerígenas. A quimioterapia é constituída, geralmente, por uma associação de fármacos. Os fármacos podem ser administrados oralmente, sob a forma de comprimidos, ou através de uma injecção intravenosa, na veia. Em qualquer das situações, os fármacos entram na corrente sanguínea e circulam por todo o organismo - terapêutica sistémica.
 
 

Terapêutica Hormonal

 
A terapêutica hormonal impede que as células cancerígenas "tenham acesso" às hormonas naturais do nosso organismo - estrogénios e progesterona - que necessitam para se desenvolverem. Se os testes laboratoriais demonstrarem que o cancro da mama tem receptores hormonais, ou seja, que é "positivo para os receptores hormonais", pode fazer terapêutica hormonal. Tal como a quimioterapia, a terapêutica hormonal pode afectar as células de todo o organismo, pois tem actividade sistémica.
 
Na terapêutica hormonal são utilizados medicamentos que bloqueiam os receptores hormonais.
 
 

Terapêuticas Dirigidas 

 
As terapêuticas dirigidas incluem os anticorpos monoclonais e terapêuticas com pequenas moléculas. Estes medicamentos identificam alvos nas células cancerígenas ou substâncias normais que ajudam o crescimento das mesmas. Assim, atacam especificamente esses alvos, bloqueando o crescimento das células malignas e travando assim a sua disseminação, sem prejudicar as células normais, daí serem chamadas de terapêuticas dirigidas ou terapêuticas alvo.
 
As células cancerígenas necessitam de um fornecimento constante de sangue, para receberem oxigénio e nutrientes que garantam a sua sobrevivência. Para tal, ocorre a formação de vasos sanguíneos, um processo chamado de angiogénese. Há terapêuticas biológicas, que podem bloquear a formação destes vasos sanguíneos que alimentam o tumor.